segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Odisseia Bimbosfera - Maniche, um talibã da Invicta em Lisboa

Em mais um documentário escrito para a Bimbosfera, trazemos-lhe hoje a estória de Maniche, um talibã criado na Invicta de regresso à sua terra natal, Lisboa.

Prova cabal (assinatura no braço) da sua filiação como Talibã da Invicta

Maniche era um rapaz que em pequeno se dizia do Sporting Clube de Portugal, ao contrário do seu irmão, Jorge Ribeiro, que, rezam as crónicas, sempre se disse do Sport Lisboa e Benfica. Maniche, de seu nome Nuno Ricardo de Oliveira Ribeiro, ganhou a sua alcunha, no escalões do futebol de base do Benfica, graças a um antigo jogador do clube com mesmo nome (apesar de escrita diferente).

Maniche no Colónia, na Alemanha

Maniche fez-se jogador no Benfica, em Lisboa, onde nasceu, esteve emprestado ao Alverca de 1996 a 1999, e, foi com José Mourinho ao leme que teve o seu auge na equipa. Acabou por sair do clube quando os primeiros sinais de influência talibã se começaram a notar, acabando a treinar sozinho no clube da capital antes da sua transferência para o Futebol Clube do Porto, tal como outros jogadores que, mais cedo ou mais tarde nas suas vidas, viram a influência talibã abater-se sobre eles, Sokota, Rui Baião, o próprio irmão de Maniche, Jorge Ribeiro, Christian Rodriguez, entre outros. Há indícios que a cultura talibã do Porto actua por vezes antes ainda dos jogadores estarem ao serviço de outros clubes nacionais, ou quando estão prestes a fazê-lo, ou seja, a assinar por algum clube nacional, e acabam convertidos a essa mesma cultura.

Maniche, então no seu percurso no Futebol Clube do Porto, atingiu os seus pontos mais altos da sua carreira, uma Taça UEFA e uma Liga dos Campeões, saindo do clube quando outra religião o começava já a afectar também, e ainda mais do que o próprio talibanismo, o capitalismo oligarca russo.

Em 2004/2005, no período de transferências de inverno, Maniche sucumbe, uma vez mais, a uma religião, e parte, com a anuência do Futebol Clube do Porto, num retiro espiritual para o Leste, em direcção ao Dínamo de Moscovo, onde tentou, a todo o custo, juntamente com outros portugueses seus colegas no Porto (e que também aderiram ao talibanismo da Invicta), Costinha, Derlei, entre outros, purificar a sua alma nos petro-dólares, mas tal não foi eficazmente conseguido, tendo todos, eventualmente mais cedo ou mais tarde, também deixado o retiro de leste.

Com o desnorte da sua vida, Maniche, tenta encontrar novamente o profeta que o fez ganhar praticamente tudo o que havia para ganhar, José Mourinho, que nessa altura já se encontrava a treinar em Inglaterra, e lhe deu abrigo espiritual, por cerca de meia época, em Inglaterra. Apesar de participar em alguns jogos do campeonato Maniche não faz o mínimo necessário em Inglaterra para ser considerado campeão.

Ruma então a Espanha, para um dos clubes da capital, o Atlético de Madrid, para experimentar uma outra religião espanhola, «La Movida», que se passa, essencialmente, na noite da capital madrilena. Consegue, durante algum tempo, co-habitar com os colegas locais, mas sem nunca se encontrar totalmente como havia feito no Futebol Clube do Porto. Ainda vai, por empréstimo do clube espanhol, para Itália, ter novamente com o seu mentor e profeta José Mourinho, a Milão, onde se cruzam espiritualmente por mais algum tempo.

Saíndo a bem com o clube espanhol, parte em direcção à Alemanha, onde fica um ano no Colónia, FC Köln, mas o apelo final do talibanismo da Invicta faz-se sentir, e ruma a Alvalade, para terminar a sua missão de talibã, e é esperá-lo, um dia destes, com algumas barras de dinamite à volta da cintura, a acabar com o clube leonino, onde se cruza actualmente com Costinha, Nuno Valente, entre outros Talibãs da Invicta, na sua missão final de acabar com os clubes da capital, curiosamente a terra onde nasceu.

Maniche ao serviço de Portugal

Ao longo da sua carreira, ainda, Maniche este nos recentes sucessos da mesma, que coincidiram com o 2º lugar no Europeu 2004 em Portugal, e o 4º lugar no Mundial de 2006 na Alemanha, entre qualificações, etc.

Aproveite e deixe a sua mensagem, sobre o que acha da missão dos Talibãs da Invicta, tais como Derlei, Costinha, entre outros e do próprio sumo pontífice da própria religião e o que acha de mais esta reportagem Odisseia Bimbosfera (informações de domínio comum e Wikipédia).

Bimbosfera

4 comentários:

Manuel Oliveira disse...

Márcio, isto está na Wikipédia?
Já não me admiro nada, depois do que li há dias devido à chamada de atenção dum amigo. Alguém conseguiu escrever lá na página do Benfica que o título da época passada ficou conhecido pelo dos túneis!
E o pior é que um benfiquista tentou apagar e não conseguiu.

Abraço.

Bimbosfera disse...

Caro Manuel, bom, está na Wikipédia grande parte do que aqui escrevi, juntando uma espécie de humor, que tento usar sempre que escrevo, e criar as coisas nesse sentido, mas sim, acredito piamente que esse caso que refere seja verdade, até porque a Wikipédia é feita por pessoas como eu e o Manuel, e com isso estamos sujeitos a erros, ou seja, se até uma enciclopédia verdadeira está sujeita a erros, o que dizer de uma que está a ser feita, a todo o momento, por pessoas normais, ou pior, normais com más intenções...

Abraço

Márcio Guerra

Feldrix disse...

Muito bem!! :))))

Falta apenas dizer q ambos são uns gringos do pior, encontrava-os frequentemente num restaurante ao pé da Av. Uruguai e meu dEUS...

Bimbosfera disse...

Caro Feldrix, creio que é a primeira vez que comenta, seja bem aparecido.
Como refiro acima, grande parte do artigo foi feita com base nos meus próprios conhecimentos, e outra parte da Wikipédia. Como é coisa em que não nos podemos fiar muito, bom, saiu isto. Como o objectivo aqui é a malta rir-se do «sistema», deu uma coisa destas! Ah! E gringos, hein... Eheheheh!
Vá aparecendo!

Abraço

Márcio Guerra

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